- Welington
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
SOBRE O NOVO EXTINTOR ABC - Se liga ai!!!
Até março todos devem substituir os extintores de incêndio veiculares do tipo BC pelo tipo ABC. Conforme a Resolução nº 333/2009 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabelece que os veículos automotores só poderão circular equipados com extintores de incêndio com carga de pó ABC.
A medida garante maior segurança aos motoristas e passageiros. Os extintores com carga ABC são mais modernos e atendem todas as classes de incêndio. O pó especial é capaz de combater princípios de incêndios em materiais sólidos, líquidos inflamáveis e equipamentos energizados.
Nos termos da Resolução nº 157/2004, alterada pela Resolução nº 333/2009, são estabelecidos os seguintes prazos:
· A partir de 01/01/2005, todos os veículos saem de fábrica equipados com extintor de incêndio fabricado com carga de pó ABC.
· Para os veículos fabricados até 31 de dezembro de 2004, a partir de primeiro de janeiro de 2005, o extintor de incêndio com carga de pó BC deverá ser substituído, até o vencimento da validade do teste hidrostático, por extintor de incêndio novo com carga de pó ABC.
· A partir de 1º de janeiro de 2015, os veículos automotores só poderão circular equipados com extintores de incêndio com carga de pó ABC.
A fiscalização deverá ser realizada por órgãos executivos de trânsito, responsáveis pela via, a partir de 1° de janeiro de 2015.
O descumprimento do disposto na resolução n° 333 do Contran sujeitará ao infrator à aplicação das sanções previstas no artigo 230, incisos IX e X do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que diz:
IX - sem equipamento obrigatório ou estando este ineficiente ou inoperante;
X - com equipamento obrigatório em desacordo com o estabelecido pelo CONTRAN;
Infração - grave; (R$ 127,69 + cinco pontos na carteira de motorista)
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo para regularização.
ENTENDA O QUE O NOVO EXTINTOR....
O novo extintor utiliza como agente extintor o pó químico à base de monofosfato de amônia e sulfato de monoamônio no lugar do antigo pó químico seco à base de bicarbonato de sódio. Além disso, o cilindro passa a ter validade para cinco anos e não é reciclável. Uma vez utilizado o motorista deve descartá-lo e adquirir um novo.
O risco de incêndio está presente em razão do aumento extensivo do uso de materiais combustíveis nos veículos, tais como, plásticos, borrachas, conduítes, painéis, bancos, tapetes, puxadores das portas etc. E o controle destes materiais, realizado com base no índice de propagação de chamas de 250 mm por minuto, não é rigoroso o suficiente para determinar a segurança contra incêndio nos veículos. Estes produtos inflamáveis presentes nos carros podem se ignizar a partir de um curto-circuito ou falha elétrica e, conseqüentemente, podem terminar provocando um princípio de incêndio. Em resumo, não promovem adequadamente a seleção dos materiais.
Tão grave quanto isto é o vazamento do combustível através das mangueiras de distribuição do veículo. Em vários acidentes o corte automático do combustível não é suficiente para evitar a combustão.
PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS E DE RESPOSTA
MANTENHA SEMPRE SEU EXTINTOR SEM A EMBALAGEM!!!
Orientações importantes:
1) Fumaça BRANCA e sem cheiro é vapor de água e indica que seu veículo está com problema no radiador. Fumaça ESCURA e com cheiro forte é princípio de incêndio.
2) Se o fogo está no motor, não abra totalmente o capô. Isso facilitaria a entrada de oxigênio (comburente), aumentando o fogo.
Tome imediatamente as seguintes providências:
a) Estacione o veículo em local seguro e retire os passageiros.
b) Mantenha a calma: o tanque de combustível normalmente fica bem longe do motor. Geralmente abaixo do banco do passageiro!
c) Retire o extintor do suporte e rompa o lacre para destravar a válvula
d) Mantenha o extintor na posição vertical
e) Através de uma pequena abertura no capô do motor, aplique parte do conteúdo do extintor para abafar o fogo.
f) Abra cuidadosamente o capô (lentamente), localize o foco de incêndio e elimine-o por completo
Retirado do meu blog: www.Brigatec.blogspot.com
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terça-feira, 13 de agosto de 2013
É VERDADE? É CONSPIRAÇÃO? OU É DESVANEIO MEU? PARTE 1
Em 1995 eu comecei a escrever meu primeiro livro chamado: Teoria da Conspiração, o livro era um aglomerado de pensamentos e conclusões criadas no intuito de querer entender certos posicionamentos, inclusive o personagem do livro era que levantava a polêmica, mas como alegria dura pouco, eu estava fazendo algumas pesquisas para o livro, eu descobri na Biblioteca Câmara Cascudo, um livro com o mesmo tipo título e com estória bem diferente! Fiquei chateado e deixei pra lá o esboço daquilo que seria minha primeira obra literária originalmente escrita em máquina de escrever Olivetti.
Bem os anos se passaram, as condições melhoraram e eu conseguir comprar um pc, mas a idéia do livro ainda vinham a cabeça!
Algumas idéias mudaram, outras permaneceram e outras foram percebidas!
Qualquer conspiração que se preze, deve provir de um tema polêmico, que quase sempre não tem uma solução rápida e que um grande número de pessoas serão atingidas com isso!
Irei falar sobre os temas que rendem uma boa conspiração: Sede, fome, guerra, tecnologia medo e informação.
Eu irei falar de todas!!!
Sabemos que os maiores conspiradores da humanidade são os governantes:
Vou dar 2 exemplos clássicos de conspiração:
“...A Terra merece que as pessoas economizem água para que no futuro não FALTE água potável.....”
Desde menino, segundo a minha querida professora Izaura da 2ª. série, que o nível de água na Terra nunca diminuiu! A água é uma substância mais elementar da natureza, não existe contaminação na água que não pode ser revertida, portanto, se cria uma necessidade para encarecer o serviço público. Tem coisa melhor pra um governante – que a indústria da seca? O povo com fome e sede e mais fácil de ser dominado.
Vale salientar a diferença de um problema social temporária e uma situação social que nunca foi buscada a resolução certa.
Em 2009 eu fui convidado a participar de uma palestra sobre meio ambiente, onde fui palestrar sobre o trabalho no Corpo de Bombeiros na preservação do meio ambiente, e eu também fui espectador de uma das palestras onde um dos mais respeitados palestrantes afirmou: “...A economia d’água, causa acúmulo de nitrato no lençol freático, o Brasil é um dos poucos países do mundo que NÃO PRECISA ECONOMIZAR ÁGUA!!! Uma coisa é usar a água normalmente, outra coisa é desperdício!
Outra coisa que não se é falado sobre isso, é que no Nordeste, existe mais água no lençol freático do que no Rio Amazonas, mas pra o povo saber disso? Viver de carro pipa é mais fácil pra desviar o dinheiro público.
E sem se estender muito, o consumismo de alimento é tema que causa outra polêmica, já se afirma que as pessoas no futuro passarão fome por falta de alimento... Em pesquisa recente, mas não divulgada amplamente, publicada pelo Instituto Britânico de Ciência, que a potencialidade da Terra é de alimentar satisfatoriamente 3 vezes a população da Terra, que hoje beira os 8.000.000.000.
FIM DA PARTE 1
quarta-feira, 24 de julho de 2013
FOI REPÚDIO PÚBLICO OU PROTOCOLO?????????
Sobre o fato do presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, ter ignorado a Presidente!
Meus caros contatos!
Nenhuma pessoa do mundo, por mais que não seja simpática com algum presidente, toma alguma atitude de ignorar um presidente, isso não acontece. Infelizmente as pessoas não entendem das coisas e acabam postando idiotices embasadas em besteira.
O protocolo presidencial fala no tocante à saudação, é muito claro!
O chefe de Estado visitante deve ser cumprimentado primeiro pelo chefe anfitrião e daí por diante a saudação deve ser feita em hierarquia dos poderes. Presidente do Congresso, Presidente do Tribunal Superior de Justiça e assim por diante.
A Saudação da Presidente Dilma já tinha sido feita através de anúncio que é feito pelo chefe de Recepção do local.
Até a chegada dela todo mundo é anunciado, isso é protocolo! Depois ninguém mais!
Na situação do Papa, ele era a AUTORIDADE a ser Saudada e o Papa de ver último a chegar, na realidade ele não deve “esperar”, ninguém!
E depois da chegada a autoridade de maior hierarquia, ninguém mais pode ser anunciado.
A saudação visa à autoridade e NÃO à pessoa!
O Ministro Joaquim Barbosa, tinha chegado primeiro e já tinha saudado a presidente Dilma.
Se vocês tiverem prestado à devida atenção, viram que a presidente Dilma estava presente ao local da saudação, nessa situação o protocolo rege duas coisas:
1- Ou a autoridade a ser saudada fica sozinha;
2- Ou fica acompanhada pela MAIOR autoridade, nesse caso a presidente Dilma, que CORRETAMENTE permaneceu e deve ficar à esquerda do PAPA.
Caso o Ministro Joaquim Barbosa tivesse saudado o Papa e depois a presidente Dilma, ele teria cometido uma gafe monumental.
Então como nosso Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, é o homem que mais entende de leis e protocolos, iria errar nisso!
Então não houve repúdio nenhum, só foi mantido o protocolo!
Ele é presidente do Supremo, não doido!
Simplesmente não se ignora de forma tão cavalar a presidente do próprio país!
PROTOCOLO É PROTOCOLO! É feito para ser cumprido e não agradável!
quarta-feira, 10 de julho de 2013
10 COISAS ERRADAS QUE APRENDEMOS NA ESCOLA
1- “..A AMAZÔNIA É O PULMÃO DO MUNDO!!! “
Todo o oxigênio que as plantas produzem durante o dia no processo de fotossíntese é consumido à noite! Mais de 90% oxigênio que nos dá suporte provém dos plânctons do mar!
2- “...O BRASIL É O PAÍS COM MAIOR RESERVATÓRIO DE ÁGUA DOCE DO MUNDO!”
O país com maior reservatório do mundo é o Canadá com 14% o Brasil possui 12%.
3- ...”A CAIXA PRETA DO AVIÃO NÃO FOI ENCONTRADA..!!!”
Esse equipamento que serve para armazenar tanto a comunicação dos pilotos E registra o desempenho da aeronave, tem cor LARANJA, se fosse preta, seria mais difícil de ser encontrada.
4- Essa é ótima: “...O ALIMENTO MAIS RICO EM FERRO SÉRICO É O FEIJÃO!!!”
O alimento com maior concentração é a carne vermelha, segundo o matruz!
Pesquisa da Universidade do Maranhão, reverteu 100% dos casos de anemias com dieta rica em matruz.
5- ...” O TOMATE É UMA EXCELENTE VERDURA EM SALADAS....!!!
Tomate é fruta! Na Itália antiga era chamada de POMODORO, fruta de ouro. Na França antiga também era considerada uma fruta afrodisíaca chamada de POMME D'AMOUR , maça do amor!
6- “...SÓLIDO É TUDO AQUILO QUE É DURO....!
Sólido é tudo aquilo que tem forma e volume definido e que na substância seja encontrado o retículo cristalino. Inclusive o vidro puro, é considerado líquido.
Dureza é a capacidade que uma substância tem de riscar a outra... Dureza é brutalmente confundida com tenacidade.
7- “...DEVEMOS ECONOMIZAR ÁGUA PARA QUE NO FUTURO NÃO FALTE...!
É mais que comprovado que a quantidade de água na TERRA nunca se alterou...
Se pergunte:.. Se o homem extrai gasolina do petróleo, não vai conseguir purificar a água! ?
8- ...AS TRÊS LEIS DA LUZ: 1 – A luz se propaga no vácuo; 2- A luz não tem peso e 3- A luz não se desloca em curva....”
Bem.... Por enquanto só a primeira lei está de pé! Albert Einstein já derrubou as outras duas. Provou que a luz possui massa, pois se trata de massa transformada em energia através de alta velocidade. A luz também faz curva, está comprovada que os buracos negros são tão poderosos que desviam a luz. É justamente isso que se é possível ver um buraco negro.
9- “...O HOMEM É O SER MAIS INTELIGENTE DO PLANETA...”
Essa para mim é piada... Só o HOMEM faz:
GREVE DE FOME;
GUERRA,
PROMOVE O SUICÍDIO
E É ÚNICO ANIMAL NA TERRA QUE CONTRIBUI PARA SUA PRÓPRIA DESTRUIÇÃO!
10- ...” A GUERRA FRIA TINHA COMO UMA DAS SUA MAIORES BATALHAS A CONQUISTA DO ESPAÇO PELOS AMERICANOS E RUSSO DEPOIS DA SEGUNDA GUERRA....!”
... Todo o conhecimento espacial, tanto russo como americano, foi roubados dos alemães na segunda guerra. A Alemanha já tinha todo o projeto pronto para a conquista do espaço. Claro e evidente que a intervenção russa pelo leste e americana pelo ocidente, não tinha objetivo de salvar judeus, na realidade ele não estavam nem aí. Foi a partir da hora que se teve conhecimento de tais projetos, houve o interesse dos americanos e dos russos no assunto.
terça-feira, 25 de junho de 2013
SAIDINHA DO BANCO? COMO EVITAR SER ASSALTADO
Uma das coisa que se deve ter em mente, que o processo de assalto, começa muito antes de se entrar no banco. Geralmente o grupo é formado por 2 ou 3 pessoas. Onde uma delas já está dentro da agência.
O QUE FAZER ENTÃO?
Bem... Sua conduta deve ser de prevenção! As pessoas mais assaltadas são mulheres desacompanhadas e idosos em geral. Por isso vai aqui umas dicas boas:
1- Já comece a observar por pessoas suspeitas fora da agência, em condutas suspeitas, não converse com pessoas estranhas antes e depois de entrar na agência. Homens ou mulheres em motos estacionados de forma suspeita, com capacete na cabeça, acompanhados ou não. Em alguns casos foram verificados que essas pessoas estavam recebendo instruções de dentre.
2- Dentro da agência, não converse, nem em ligações sobre o quantitativo a ser sacado ou depositado. Numa conversa dessa, você pode virar alvo.
3- Preste atenção em pessoas ao celular perto de você, a conversa geralmente está em código, olhe o nexo da conversa. Ninguém vai ficar falando de moda dentro da agência, inclusive são mulheres que estão passando as informações dentro da agência;
4- Não dê atenção a conversa alheia, alguns casos foi verificado que alguns puxavam conversa e as vítimas revelavam informações.
5- Não conte dinheiro para todo mundo ver;
6- Não saia da agência se suspeitar de estar sendo seguido, dentro da agência a responsabilidade da segurança é do Banco, então fale com o segurança, ele saberá como agir; Não aceite ajuda de pessoas que não sejam do banco, como também não ajude!!!
7- Ao sair, a atenção deve ser redobrada, por isso, se chegar de carro, estacione em lugar movimentado, se na saida, notar que está sendo seguido, volte pra agência, numa ação mais drástica, deposite o dinheiro, em média 1 hora e meia depois o dinheiro estará à sua disposição;
8- Lembre-se os ladrões aproveitam do descuido... Não saia da agencia com grandes quantidades.
9- Eis uma excelente dica: Se você for fazer um grande saque numa agência X, passe numa agência Y e pegue um envelope para deposito, preencha com o valor encha de papel e sele, coloque na bolso da calça. Quando for fazer o saque, geralmente o assaltante está observando, faça o mesmo procedimento e coloque no outro bolso. Caso seja assaltado entregue o envelope com papel. Entregue e saia. O assaltante não abre e nem conta o dinheiro, ele só sabe que você saiu com o dinheiro num envelope.
10- Não entre no carro sem observar se existe pessoas suspeitas próximas, se notar, não entre.. Não vire as costas pra rua, fique alerta por aproximações....
11- Lembre-se, não trabalhe com depósito de empresa, você não é transportadora de valores, geralmente pessoas de empresa que são assaltadas em saída de banco, foram vítimas de pessoas da própria empresa. Por isso, com dinheiro, não há pessoas 100% confiáveis.
12- Não há um método 100% seguro, mas avalie a situação! Se realmente o assalto for inevitável, entregue o dinheiro, não reaja! A reação é fatal, na cabeça do bandido o dinheiro é dele!! Qualquer quantia é menos importante que a sua vida.
13- Uma das formas mais seguras é sempre fazer esse tipo de operação acompanhado, se possível chegar de carro, o acompanhante te deixa na frente da agência, sai em destino ignorado, e quando você sair você liga e fica na porta da agência, assim que ele chegar você entra no carro e sai!! Mas preste atenção por pessoas suspeitas!!! E claro ligue 190 e informe!!!
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Já me perguntaram o que é LASER:
LASER é uma sigla para:
Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation
Amplificação da Luz pela Emissão de Radiação Estimulada
O laser foi uma invenção que não se tinha uma aplicação, só com o tempo foi dada uma funcionalidade para esse grande invento.
Bem o laser nada mais é do que a organização dos fotóns - (unidades que formam a luz), a luz normal os fótons estão desorganizados já no LASER, essas partículas estão organizadas.
TRIÂNGULO OU QUADRILÁTERO DO FOGO?
Existe ainda muita polêmica sobre esses dois conceito referentes aos componentes do fogo
Bem... Irei aqui esclarecer o que é cada um e qual é o papel de cada um no que se diz referente ao fogo.
Muitos defendes que só existe o triângulo e o outro o quadrilátero do fogo.
Vamos pelo início:
FOGO: É uma reação química exotérmica caracterizada pela presença de luz e desprendimento de calor.
Para haver fogo, é necessário a presença de três elementos "ESSENCIAIS":
1- Combustível: Tudo que pode queimar, é o fator determinante da carga de incêndio;
2- Comburente: É o elemento que adere químicamente ao combustível, que entrando esses dois em contato com o calor, temos a combustão.
O comburente mais comum é o oxigênio, em CNTP - Condições Normais de Temperatura e Pressão. Temos outros também como os peróxidos, Cloro, Nitrato sódico
3- Calor: É a energia de ativação, provinda de uma fonte calorífica.
Esses são os 3 elementos "ESSENCIAIS" do fogo, que compõem o triângulo do fogo.
No Quadrilátero temos os três elementos mais a REAÇÃO EM CADEIA
REAÇÃO EM CADEIA: É a energia resultante da reação dos três elementos essenciais, onde parte dessa energia dá continuidade à reação, tornando a reação auto-sustentável e a outra parte, é liberada no meio ambiente sob forma de calor.
São íons liberados na reação.
Em suma, a reação em cadeia só começa após a reação dos três elementos essenciais.
Assim como os outros elementos, seu conhecimento se torna importante para a extinção do incêndio. No Quadrilátero do fogo extinguímos o fogo da seguinte forma:
1- Combustível: ISOLAMENTO
2- Comburente: ABAFAMENTO
3- Calor: RESFRIAMENTO
4- Reação em Cadeia: EXTINÇÃO QUÍMICA
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
O QUE É UM PRINCÍPIO DE INCÊNDIO?
Uma das grandes controvérsia sobre esse tema, dá-se por uma definição errônea e antiga sobre conceito.
O que define um princípio de incêndio?
A carga combustível que está queimando, ou o tempo que essa que os combustíveis estão inflamando?
Para dar fim à essa dúvida, temos que analisar do seguinte ponto:
1- Se a definição for dada pelo tempo de queima, devemos levar em conta o tipo do combustível, se é inflamável, altamente inflamável ou explosivo.
Só por isso já derrubaria a teoria que princípio de incêndio é o fogo em até 5 minutos.
Bem.. Fogo de 0 até 300/ms é fogo em velocidade de queima normal;
Fogo de 300 até 400 é deflagração;
Fogo de acima de 400 m/s é explosão.
Então uma bomba incendiária não precisa de 5 minutos para estabelecer um incêndio.
2- Se a definição de princípio de incêndio for dada pela carga de incêndio em combustão no local, ai sim, você tem como estabelecer uma parâmetro de PRINCÍPIO DE INCÊNDIO.
Se no local os combustíveis que estão queimando, podem se extinguir o fogo utilizando-se um extintor, esse é o princípio de incêndio.
Tanto que a própria definição de Extintor é:
" E um equipamento de proteção contra incêndio, destinado a dar combate ao PRINCÍPIO DE INCÊNDIO".
Assim se definiu pelo ensaios em laboratório que estabeleceram a CARGA EXTINTORA do equipamento. Essa carga extintora foi estabelecida quando se mediu a quantidade de combustível o extintor pode se apagar.
Bem... Então de onde apareceu os "5 minutos" do princípio de incêndio?
5 minutos é um número muito comum no meio das ações de emergência.
A ONU, estabelece 5 minutos para qualquer ação de resposta em emergência, sendo ela primeiros socorro, incêndio, salvamento ou resgate. Ou seja, qualquer pessoa em situação de crise, deve ser atendida nesse tempo.
Mas esse tempo é um parâmetro equivocado para ser definir princípio de incêndio.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
O PERIGO DE CRUZAR UM SINAL VERMELHO
É inesplicável a conduta dos motoristas de Natal, não sabem o que é um sinal vermelho! Ou esqueceram o significado das cores do semáforo ou todos estão sofrendo de daltonismo coletivo.
Daltonismo: O daltonismo (também chamado de discromatopsia ou discromopsia) é uma perturbação da percepção visual caracterizada pela incapacidade de diferenciar todas ou algumas cores, manifestando-se muitas vezes pela dificuldade em distinguir o verde do vermelho. Esta perturbação tem normalmente origem genética, mas pode também resultar de lesão nos orgãos responsáveis pela visão, ou de lesão de origem neurológica).
Bem... Como não acredito ser esse o problema, essa conduta PERIGOSA, tem levado os motoristas sofrerem acidentes desnecessários, onde na maioria das vezes, são acidentes graves.
Um dos efeitos mais danosos de uma colisão desse tipo, é o que chamamos de "efeito chicote", onde esses acidentes causam traumatismo à nível cervical. Na grande maioria das vezes o pescoço da vítima quebra, pois a colisão é lateral.
A conduta do motorista deve ser cuidadosa, complementar os sinais é uma atitude extremanente perigosa.
Seja cuidadoso, os índices de acidentes de trânsito demonstram mais mortes do todas as guerras, causam problema de saúde e além de tudo, tem dizimado vidas e bens materiais.
NÃO COMPLEMENTE OS SINAIS!!!!
O único lugar no mundo que o sinal vermelho é SIGA é na China!
RESPEITE A VIDA!!!! RESPEITE SUA VIDA!!!!
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
PARA ESCLARECER AS DÚVIDAS SOBRE DIFAMAÇÃO, CALÚNIA E PERFJÚRIO
CALÚNIA:
Se você acusar a faxineira de ter sumido com seu dinheiro – ou seja, um crime – sem ter provas, estará sendo calunioso e pode passar de 6 meses a 2 anos preso, além de pagar uma multa. Do trio, é o único em que, se você tiver provas, não é condenado.
DIFAMAÇÃO
Contou no almoço que a fulana trai o marido com todo mundo? Difamação. Detenção de 3 meses a 1 ano e multa. Detalhe importante: como o crime é a ofensa à reputação, você está cometendo difamação mesmo que prove a traição da mulher do cara.
INJÚRIA
É qualquer xingamento dito diretamente à pessoa. A verdade da acusação não muda nada e, caso resolvam processá-lo, você pode pegar de 1 a 6 meses ou ter que pagar uma multa. Detalhe: por estarem na porta de um banheiro público, os exemplos acima são injúria e difamação.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
EMERGÊNCIA AQUÁTICA - Como proceder com queimaduras com água viva ou caravela.
Tem sido muito frequente os acidentes com água viva e caravelas nas praias de Natal, embora não pareça esse animal causa queimaduras graves de 1º e 2° graus de grandes extensões, uma grande queimadura dentro dos parâmetros de SGQ - Situação Geral de Queimados - é quando uma pessoa queima mais de 15% do corpo.
As caravelas e águas vivas queima através de secreções liberadas em contato com o corpo, por isso uma intervenção rápida é necessária para evitar-se o agravamento da queimadura.
Um procedimento imediato e lavar a parte queimada com vinagre, isso alivia e neutraliza a ação da secreção.
Esse procedimento do uso do vinagre está previsto no GUIDELINE do ILCOR - Internacional Liaision Committee on Ressuscitation.
"Aliança Internacional dos Comitês em Reanimação"
Não utilize a própria urina, isso pode causar infecção grave na área queimada.
Caso entre em contato com esses animais na água, saia imediatamente e procure rápido o pronto socorro, a queimadura é dolorosa e progressiva.
Ligue 192 - SAMU ou 193 e Corpo de Bombeiros e informe a situação.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Como reagir em caso de colisão do seu carro?
Embora seja um assunto que é comum, os acidentes automobilíticos são muito frequentes e sempre são notícias as consequências dos fatos. É muito comum acabar em agressão uma colisão desse tipo.
Bem... eis aqui algumas dicas que podem ser úteis nessas situações.
Quando colidir, independentemente de qualquer coisa, aja de forma amigável. Saia do carro mas não esboce reação agressiva, não tente culpar! O resultado final caberá a perícia. A acidente aconteceu, então não adiantará resolver as coisas na discussão, por mais que o outro motorista seja agressivo, você conseguirá desarmá-lo se você agir cordialmente. Se possível estenda a mão, se apresente, isso tem como objetivo trazer o foco para o acidente e não para a culpa.
Qualquer colisão sem vítima, deve os motoristas marcarem o local do acidente e em seguida retirar os carros do local.
É essencial a presença da autoridade no local, acordos de boca, geralmente acabem em prejuízo, será importante que um acordo firmado no local, seja documentado pelo autoridade de trânsito.
Caso sua colisão resulte em atropelamento, busque o mais rápido possível chamar o socorro, 192 ou 193;
Não perca tempo! Não entre em pânico!
Informe o local com algum ponto de referência, dê seus dados corretamente. Após isso deligue o celular, se possível peça para outras pessoas ligarem, isso reforça a confirmação da ocorrência.
Caso seja o SAMU, você será direcionado a falar com o médico regulador, não discuta com a atendente sobre esse procedimento, isso além de não resultar em nada, fará você perder tempo. A regulação médica do SAMU é importante pois dependendo do tipo do trauma poderá ser acionada uma viatura em módulo AVANÇADO.
Demonstre zelo pela vítima, isso coíbe ação agressiva de populares, caso você não tenha conhecimento de primeiros socorros, não mexa na vítima.
Não retarde o socorro para esclarecer culpa pela perícia. A vítima tem prioridade de atendimento, mesmo que seja a causadora do acidente, os bens materiais sempre estão em segundo plano.
Saiba que prestar socorro é feito a partir da hora que você aciona o socorro, por isso não se preocupe em levar a vítima para o hospital no seu carro, não saia do local até a chegada do socorro.
Sinalize a área, isole o local do acidente.
Desligue o carro, coloque o carro em primeira marcha e acione os freios de mão.
Utilize o triângulo de sinalização, caso a vítima esteja exposta no sol a pico, tente cobrir a vítima com alguma coisa, papelão ou pano, mas faça como cobertura, não ponha diretamente sobre a vítima.
Peça ajuda aos populares....
Não dê nada a vítima. Caso haja algum sangramento severo, tente conter com algum pano, faça compressão direta por pelo menos uns 10 minutos.
Se você perceber inconsciência na vítima, tente chamá-la, caso não haja resposta, verifique a pulsação no pescoço, logo abaixo do queixo, há um pulso forte, chamado de carotídeo. Se esse pulso estiver ausente, comprima forte o tórax da vítima na altura dos mamilos, essa compressão deverá ser de aproximadamente 5 centímetros, faça pelos menos 100 compressões por minuto.
Deixe o tórax retornar por completo!
Não fique com dúvida de fazer, a pior compressão é aquela que não feita.
Continue fazendo até chegar no local o socorro!
Saiba que qualquer coisa feita poderá ser o diferencia na vida da vítima!!
Bem... eis aqui algumas dicas que podem ser úteis nessas situações.
Quando colidir, independentemente de qualquer coisa, aja de forma amigável. Saia do carro mas não esboce reação agressiva, não tente culpar! O resultado final caberá a perícia. A acidente aconteceu, então não adiantará resolver as coisas na discussão, por mais que o outro motorista seja agressivo, você conseguirá desarmá-lo se você agir cordialmente. Se possível estenda a mão, se apresente, isso tem como objetivo trazer o foco para o acidente e não para a culpa.
Qualquer colisão sem vítima, deve os motoristas marcarem o local do acidente e em seguida retirar os carros do local.
É essencial a presença da autoridade no local, acordos de boca, geralmente acabem em prejuízo, será importante que um acordo firmado no local, seja documentado pelo autoridade de trânsito.
Caso sua colisão resulte em atropelamento, busque o mais rápido possível chamar o socorro, 192 ou 193;
Não perca tempo! Não entre em pânico!
Informe o local com algum ponto de referência, dê seus dados corretamente. Após isso deligue o celular, se possível peça para outras pessoas ligarem, isso reforça a confirmação da ocorrência.
Caso seja o SAMU, você será direcionado a falar com o médico regulador, não discuta com a atendente sobre esse procedimento, isso além de não resultar em nada, fará você perder tempo. A regulação médica do SAMU é importante pois dependendo do tipo do trauma poderá ser acionada uma viatura em módulo AVANÇADO.
Demonstre zelo pela vítima, isso coíbe ação agressiva de populares, caso você não tenha conhecimento de primeiros socorros, não mexa na vítima.
Não retarde o socorro para esclarecer culpa pela perícia. A vítima tem prioridade de atendimento, mesmo que seja a causadora do acidente, os bens materiais sempre estão em segundo plano.
Saiba que prestar socorro é feito a partir da hora que você aciona o socorro, por isso não se preocupe em levar a vítima para o hospital no seu carro, não saia do local até a chegada do socorro.
Sinalize a área, isole o local do acidente.
Desligue o carro, coloque o carro em primeira marcha e acione os freios de mão.
Utilize o triângulo de sinalização, caso a vítima esteja exposta no sol a pico, tente cobrir a vítima com alguma coisa, papelão ou pano, mas faça como cobertura, não ponha diretamente sobre a vítima.
Peça ajuda aos populares....
Não dê nada a vítima. Caso haja algum sangramento severo, tente conter com algum pano, faça compressão direta por pelo menos uns 10 minutos.
Se você perceber inconsciência na vítima, tente chamá-la, caso não haja resposta, verifique a pulsação no pescoço, logo abaixo do queixo, há um pulso forte, chamado de carotídeo. Se esse pulso estiver ausente, comprima forte o tórax da vítima na altura dos mamilos, essa compressão deverá ser de aproximadamente 5 centímetros, faça pelos menos 100 compressões por minuto.
Deixe o tórax retornar por completo!
Não fique com dúvida de fazer, a pior compressão é aquela que não feita.
Continue fazendo até chegar no local o socorro!
Saiba que qualquer coisa feita poderá ser o diferencia na vida da vítima!!
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Contenção de Cervical X Hemorragias Internas
Hoje os procedimentos de primeiros socorros tem levado os emergencistas a tomarem decisões que à luz do protocolo poderá estar em não conformidade do que se é orientado.
Bem... Sabemos que sempre e sempre devemos ter o máximo cuidado com a contenção da área da cervical, com o objetivo de evitar-se o agravamento das lesões nessa área.
Mas sabemos que as hemorragias internas não possui conduta definitiva no APH, e muitas vezes nem podem ser contidas à tempo no hospital, as hemorragias internas ocasionadas por trauma no abdômen, como por exemplo: facada, tiro, colisão frontal de carros em alta velocidade, são considerada hemorragias em grau fatal pela rapidez que elas matam as vítimas.
Hoje existe discussões que estão estão começando a ver que é mais importante abrir mão da contenção da cervical e levar a vítima o mais rápido possível para o hospital, onde só lá esse tipo de hemorragia poderá ser contida.
Uma hemorragia grave no abdômen pode matar à vítima em poucos minutos e o índice de óbito é superior a 50% dentro do hostpital.
Mas sempre caberá ao socorrista a melhor atitude como base da sua avaliação.
O que não podemos admitir é a morte da vítima pelo retardo do socorro.
Bem... Sabemos que sempre e sempre devemos ter o máximo cuidado com a contenção da área da cervical, com o objetivo de evitar-se o agravamento das lesões nessa área.
Mas sabemos que as hemorragias internas não possui conduta definitiva no APH, e muitas vezes nem podem ser contidas à tempo no hospital, as hemorragias internas ocasionadas por trauma no abdômen, como por exemplo: facada, tiro, colisão frontal de carros em alta velocidade, são considerada hemorragias em grau fatal pela rapidez que elas matam as vítimas.
Hoje existe discussões que estão estão começando a ver que é mais importante abrir mão da contenção da cervical e levar a vítima o mais rápido possível para o hospital, onde só lá esse tipo de hemorragia poderá ser contida.
Uma hemorragia grave no abdômen pode matar à vítima em poucos minutos e o índice de óbito é superior a 50% dentro do hostpital.
Mas sempre caberá ao socorrista a melhor atitude como base da sua avaliação.
O que não podemos admitir é a morte da vítima pelo retardo do socorro.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Diferença entre Backdraft e Flashover
Qual é a diferença entre Backdraft e Flash Over?
É uma questão que levanta uma dúvida geral, muitas pessoas confundem esses dois Comportamentos extremos do fogo. Ambos são explosões a nível ambiental, e acontece quando o incêndio é compartimentado.
Vamos lá
Backdraft: É uma explosão ambiental, quando num incêndio que está asfixiado, o oxigênio entra por uma abertura. Geralmente essa explosão se dá quando alguém abre uma porta, quebra-se uma janela ou até mesmo quando há colapso da estrutura. No backdraft, o componente que está faltando na reação é o oxigênio.
Flash Over: Trata-se da combustão generalizada dos combustíveis em um compartimento, quando o incêndio atinge o estágio de desenvolvimento, ou seja, quando os combustíveis atingem ao mesmo tempo o ponto de combustão.
Em suma, a diferença em si entre backdraft e flash over, é que no backdraft o fator é o oxigênio e no flash over é a temperatura.
É uma questão que levanta uma dúvida geral, muitas pessoas confundem esses dois Comportamentos extremos do fogo. Ambos são explosões a nível ambiental, e acontece quando o incêndio é compartimentado.
Vamos lá
Backdraft: É uma explosão ambiental, quando num incêndio que está asfixiado, o oxigênio entra por uma abertura. Geralmente essa explosão se dá quando alguém abre uma porta, quebra-se uma janela ou até mesmo quando há colapso da estrutura. No backdraft, o componente que está faltando na reação é o oxigênio.
Flash Over: Trata-se da combustão generalizada dos combustíveis em um compartimento, quando o incêndio atinge o estágio de desenvolvimento, ou seja, quando os combustíveis atingem ao mesmo tempo o ponto de combustão.
Em suma, a diferença em si entre backdraft e flash over, é que no backdraft o fator é o oxigênio e no flash over é a temperatura.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
AVC ou AVE - Saiba um pouco sobre essa doença cardiovascular!
AVC ou AVE.
O termo AVC é a abreviação para Acidente Vascular Cerebral, hoje é um termo em desuso, tendo em vista que quando nos referimos a esse acidente ele não acontece só no cerébro. Por isso hoje a terminologia correta é o AVE - Acidente Vascular Encefálico.
O encéfalo é formado por vários órgão que compõe a caixa craniana: Cerébro, cerebelo, bulbo raquidiano, tronco cerebral, telencéfalo, mesencéfalo, diencéfalo, ponte, terceiro e quarto ventrículos, aqueduto cerebral.
Estes órgão podem sofrer com desabastecimento de sangue causado por um esquemia (entupimento), ou ruptura das artérias que irrigam esse conjunto de órgãos.
Então o conceito de AVE - Acidente Vascular Encefálico é:
"É uma disfunção neurológica resultante da interrupção do abastecimento de sangue a nível encefálico."
Comumente decorre de quatro fatores:
1- Trombose: Coágulo de sangue que se forma no interior dos vasos;
2- Embolia Cerebral: Oclusão causada por um corpo estranho (êmbolo)que se desloca na corrente sanguíneae se estaciona no vaso cujocalibre é menor do que ele;
3- Estenose Arterial: Estreitamento da artéria que irrigao encéfalo, interrompendo a circulação;
4- Hemorragia: É causada por rompimento de uma artéria, deixando uma área do encéfalo sem nutrição. O sangue que sai do vaso aumenta a pressão intracraniana pressionando o cerébro interferindo em suas funções.
TIPOS de AVE
AVE Isquêmico - provocado por trombose, embolia ou estenose arterial.
AVE Hemorrágico - causado por hemorragia.
Sinais e sintomas:
Os sinais são muito variados dependendo da localização e extensão do dano. De forma geral, incluem:
Dor de cabeça de início subto (talvez o único sintoma);
Síncope;
Alterações do nível de consciência;
Formigamento ou paralisia, usualmente das extremidades;
Dificuldade respiratória;
Queda facial;
Alteração visual;
Convulsão;
Pupilas desiguais (anisocoria);
Perda do controle urinário ou intestinal;
Hipertensão;
Dificuldade na fala (afasia), ou seja, dificuldade para falar, ouvir, compreender, bem como ler e escrever.
Escala PréHospitalar para AVE de Cincinnati
É utilizada para identificar um provável AVE. Muitos sinais de AVE podem ser vagos ou ignorados pelo paciente.
Como socorrista, você poderá identificar um AVE, por meio desta escala, que consiste na avaliação de três sinais físicos importantes.
Queda Facial
Esse sinal fica mais evidente quando o socorrista pede para o paciente sorrir ou mostrar os dentes. Se um dos lados da face estiver caído ou não se mover tão bem quanto o outro, indica um quadro de AVE.
Debilidade nos Braços
Isso se torna evidente, se o paciente estender os braços para frente por um período de 10 segundos, com os olhos fechados. Se um braço pender para baixo ou o paciente não consegue movimentar, pode indicar um AVE.
Fala anormal
Quando o paciente pronuncia frases ininteligíveis; é incapaz de falar ou a fala sai arrastada. Peça para que o paciente diga "o rato roeu a roupa do rei de Roma”.
PROCEDIMENTO PRÁTICO PARA ATENDIMENTO
1- Avalie a cena, olhe para vítima, procure por queda facial.
Enquanto isso peça para alguém chamar o socorro de imediato, de preferencia o SAMU (192), pois o AVE é uma emergência cardiovascular nesse casos a viatura que presta o socorro é a unidade ALFA ou também o Corpo de Bombeiros.
O AVE causa muita dor de cabeça, descubra se essa dor de cabeça teve início súbito e quanto tempo está durando essa dor de cabeça. Uma cefália por um AVE pode durar mais de 30 horas e não regride com uso de analgésicos. Inclusive a administração de analgésico por pessoas que desconhece os sinais e sintomas do AVE, é um fator retardante do socorro.
OBS.: Deve-se ter o cuidado de não confundir essa cefaléia com enchaqueca que acontece com as mulheres próximo ou durante o período menstrual;
2- Aplique a escala Pré Hospitalar de Cincinatti, caso seja identificado o AVE, acione o Socorro;
3- Não retarde o socorro! A AVE é uma patologia cardiovascular clínica, caso seu município não seja coberto por SAMU ou CB, leve a vítima o mais rápido possível para o hospital de urgência e emergência, o FATOR TEMPO É PRIMORDIAL!!!
4- Não se atenha a fator de idade, o AVE era conhecido por doença de idoso, hoje já existes casos relevantes que crianças entre 5 a 8 anos de idades, são vítimas de AVE.
Fique atento!!!
Abraço a todos!
O termo AVC é a abreviação para Acidente Vascular Cerebral, hoje é um termo em desuso, tendo em vista que quando nos referimos a esse acidente ele não acontece só no cerébro. Por isso hoje a terminologia correta é o AVE - Acidente Vascular Encefálico.
O encéfalo é formado por vários órgão que compõe a caixa craniana: Cerébro, cerebelo, bulbo raquidiano, tronco cerebral, telencéfalo, mesencéfalo, diencéfalo, ponte, terceiro e quarto ventrículos, aqueduto cerebral.
Estes órgão podem sofrer com desabastecimento de sangue causado por um esquemia (entupimento), ou ruptura das artérias que irrigam esse conjunto de órgãos.
Então o conceito de AVE - Acidente Vascular Encefálico é:
"É uma disfunção neurológica resultante da interrupção do abastecimento de sangue a nível encefálico."
Comumente decorre de quatro fatores:
1- Trombose: Coágulo de sangue que se forma no interior dos vasos;
2- Embolia Cerebral: Oclusão causada por um corpo estranho (êmbolo)que se desloca na corrente sanguíneae se estaciona no vaso cujocalibre é menor do que ele;
3- Estenose Arterial: Estreitamento da artéria que irrigao encéfalo, interrompendo a circulação;
4- Hemorragia: É causada por rompimento de uma artéria, deixando uma área do encéfalo sem nutrição. O sangue que sai do vaso aumenta a pressão intracraniana pressionando o cerébro interferindo em suas funções.
TIPOS de AVE
AVE Isquêmico - provocado por trombose, embolia ou estenose arterial.
AVE Hemorrágico - causado por hemorragia.
Sinais e sintomas:
Os sinais são muito variados dependendo da localização e extensão do dano. De forma geral, incluem:
Dor de cabeça de início subto (talvez o único sintoma);
Síncope;
Alterações do nível de consciência;
Formigamento ou paralisia, usualmente das extremidades;
Dificuldade respiratória;
Queda facial;
Alteração visual;
Convulsão;
Pupilas desiguais (anisocoria);
Perda do controle urinário ou intestinal;
Hipertensão;
Dificuldade na fala (afasia), ou seja, dificuldade para falar, ouvir, compreender, bem como ler e escrever.
Escala PréHospitalar para AVE de Cincinnati
É utilizada para identificar um provável AVE. Muitos sinais de AVE podem ser vagos ou ignorados pelo paciente.
Como socorrista, você poderá identificar um AVE, por meio desta escala, que consiste na avaliação de três sinais físicos importantes.
Queda Facial
Esse sinal fica mais evidente quando o socorrista pede para o paciente sorrir ou mostrar os dentes. Se um dos lados da face estiver caído ou não se mover tão bem quanto o outro, indica um quadro de AVE.
Debilidade nos Braços
Isso se torna evidente, se o paciente estender os braços para frente por um período de 10 segundos, com os olhos fechados. Se um braço pender para baixo ou o paciente não consegue movimentar, pode indicar um AVE.
Fala anormal
Quando o paciente pronuncia frases ininteligíveis; é incapaz de falar ou a fala sai arrastada. Peça para que o paciente diga "o rato roeu a roupa do rei de Roma”.
PROCEDIMENTO PRÁTICO PARA ATENDIMENTO
1- Avalie a cena, olhe para vítima, procure por queda facial.
Enquanto isso peça para alguém chamar o socorro de imediato, de preferencia o SAMU (192), pois o AVE é uma emergência cardiovascular nesse casos a viatura que presta o socorro é a unidade ALFA ou também o Corpo de Bombeiros.
O AVE causa muita dor de cabeça, descubra se essa dor de cabeça teve início súbito e quanto tempo está durando essa dor de cabeça. Uma cefália por um AVE pode durar mais de 30 horas e não regride com uso de analgésicos. Inclusive a administração de analgésico por pessoas que desconhece os sinais e sintomas do AVE, é um fator retardante do socorro.
OBS.: Deve-se ter o cuidado de não confundir essa cefaléia com enchaqueca que acontece com as mulheres próximo ou durante o período menstrual;
2- Aplique a escala Pré Hospitalar de Cincinatti, caso seja identificado o AVE, acione o Socorro;
3- Não retarde o socorro! A AVE é uma patologia cardiovascular clínica, caso seu município não seja coberto por SAMU ou CB, leve a vítima o mais rápido possível para o hospital de urgência e emergência, o FATOR TEMPO É PRIMORDIAL!!!
4- Não se atenha a fator de idade, o AVE era conhecido por doença de idoso, hoje já existes casos relevantes que crianças entre 5 a 8 anos de idades, são vítimas de AVE.
Fique atento!!!
Abraço a todos!
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Importância do atendimento ao Epilético
Vamos começar falando do conceito de Epilepsia:
É um fenômeno eletro-fisiológico anormal temporário que ocorre no cérebro (descarga bio-energética) e que resulta numa sincronização anormal da atividade elétrica neuronal.
Estas alterações podem refletir-se no nível da tenacidade corporal (gerando contrações involuntárias da musculatura, como movimentos desordenados, ou outras reações anormais como desvio dos olhos e tremores), alterações do estado mental, ou outros sintomas psíquicos.
Ao contrário que muita gente imagina, a epilepsia tem algumas nuances no socorro bem mais importantes do simplesmente segurar a cabeça:
1 - Uma das características da epilepsia que ela é um tipo de convulsão em que o epilético pode estar consciente;
2 - A epilepsia pode causar a perda do controle intestinal, ou seja, a vítima pode urina e defecar no local;
3 - Em certos casos a rigidez do corpo dar-se pela vontade que o epilético tem de controlar as contrações;
4 - Alguns epiléticos sabem quando vão ter as convulsões e na grande maioria das vezes eles convulsionam, levantam-se e vão embora, por isso não é incomum um epilético recusar ajuda;
5 - A epilepsia é uma doença neurológica, não contagiosa, que pode ser causada por trauma no sistema nervoso, ingestão de produto químico ou perigoso ou ainda por transmissão congênita;
6 - A epilesia é uma doença incurável mas existe tratamento medicamentoso que controla os espamos;
7 - O epilético tem restrições para trabalhos em alturas, esportes radicais e na maioria dos casos restrição para dirigir, também não pode beber e nem execer funções de risco.
MITOS DA EPILEPSIA:
1- A saliva transmite a epilesia!
Algumas convulsões causam o aumento exagerado das atividades das glândulas salivares, isso chama-se de sialorréia.
2- A lingua enrola quando a vítima está convulsionando!
A lingua nunca enrola, é impossível!
3- Uma mulher grávida não pode atender um epilético, pois o bebê pode adquirir!
A epilepsia não é trasmissível!
CONDUTAS EM PRIMEIROS SOCORROS
1- A conduta principal com os epiléticos é a retirada dos curiosos do local, caso não seja possível, deve-se retirar o próprio epilético. A epilepsia causa um senso de inferioridade absurda no epilético e essa inferioridade pode progredir para depressão e morte do epilético;
2- Afaste tudo de perto do epilético, não impeça os movimentos convulsivos;
3- Coloque algo para acolchoar a cabeça a vítima, faça o controle cervical;
4- Caso a vítima comece a salivar em abundância, lateralize a vítima e deixa a saliva escorrer;
5- Coloque no canto da boca, algo macio (pano ou pedaço de borracha), para evitar que a vítima morda a própria lingua;
6- Ao término das contrações dê apoio psicológico e encaminhe a vítima para o hospital.
7- Mas não se esqueça de enquanto estiver dando o auxílio a vítima, chame de IMEDIATO o suporte do SAMU (192) ou Corpo de Bombeiros (193).
É um fenômeno eletro-fisiológico anormal temporário que ocorre no cérebro (descarga bio-energética) e que resulta numa sincronização anormal da atividade elétrica neuronal.
Estas alterações podem refletir-se no nível da tenacidade corporal (gerando contrações involuntárias da musculatura, como movimentos desordenados, ou outras reações anormais como desvio dos olhos e tremores), alterações do estado mental, ou outros sintomas psíquicos.
Ao contrário que muita gente imagina, a epilepsia tem algumas nuances no socorro bem mais importantes do simplesmente segurar a cabeça:
1 - Uma das características da epilepsia que ela é um tipo de convulsão em que o epilético pode estar consciente;
2 - A epilepsia pode causar a perda do controle intestinal, ou seja, a vítima pode urina e defecar no local;
3 - Em certos casos a rigidez do corpo dar-se pela vontade que o epilético tem de controlar as contrações;
4 - Alguns epiléticos sabem quando vão ter as convulsões e na grande maioria das vezes eles convulsionam, levantam-se e vão embora, por isso não é incomum um epilético recusar ajuda;
5 - A epilepsia é uma doença neurológica, não contagiosa, que pode ser causada por trauma no sistema nervoso, ingestão de produto químico ou perigoso ou ainda por transmissão congênita;
6 - A epilesia é uma doença incurável mas existe tratamento medicamentoso que controla os espamos;
7 - O epilético tem restrições para trabalhos em alturas, esportes radicais e na maioria dos casos restrição para dirigir, também não pode beber e nem execer funções de risco.
MITOS DA EPILEPSIA:
1- A saliva transmite a epilesia!
Algumas convulsões causam o aumento exagerado das atividades das glândulas salivares, isso chama-se de sialorréia.
2- A lingua enrola quando a vítima está convulsionando!
A lingua nunca enrola, é impossível!
3- Uma mulher grávida não pode atender um epilético, pois o bebê pode adquirir!
A epilepsia não é trasmissível!
CONDUTAS EM PRIMEIROS SOCORROS
1- A conduta principal com os epiléticos é a retirada dos curiosos do local, caso não seja possível, deve-se retirar o próprio epilético. A epilepsia causa um senso de inferioridade absurda no epilético e essa inferioridade pode progredir para depressão e morte do epilético;
2- Afaste tudo de perto do epilético, não impeça os movimentos convulsivos;
3- Coloque algo para acolchoar a cabeça a vítima, faça o controle cervical;
4- Caso a vítima comece a salivar em abundância, lateralize a vítima e deixa a saliva escorrer;
5- Coloque no canto da boca, algo macio (pano ou pedaço de borracha), para evitar que a vítima morda a própria lingua;
6- Ao término das contrações dê apoio psicológico e encaminhe a vítima para o hospital.
7- Mas não se esqueça de enquanto estiver dando o auxílio a vítima, chame de IMEDIATO o suporte do SAMU (192) ou Corpo de Bombeiros (193).
terça-feira, 6 de setembro de 2011
NR - 36 Trabalho em Altura
TRABALHO EM ALTURA
36.1 Objetivo e Campo de Aplicação
36.1 Objetivo e Definição
36.1.1 Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos e as medidas de proteção
para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a
garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente com esta
atividade.
36.1.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada em níveis diferentes e na qual haja
risco de queda capaz de causar lesão ao trabalhador.
36.1.2.1 Adicionalmente, esta norma é aplicável a qualquer trabalho realizado acima de dois metros
de altura do piso, em que haja risco de queda do trabalhador.
36.2 Responsabilidades
36.2.1 Cabe ao empregador e contratante:
a) garantir a efetiva implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma;
b) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção
estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas;
c) garantir que qualquer trabalho só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas
nesta Norma;
d) assegurar a interrupção imediata de todo e qualquer trabalho em caso de mudança nas condições
ambientais que o torne potencialmente perigoso à integridade física e psíquica dos
trabalhadores;
e) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e a emissão da Permissão de Trabalho - PT;
f) realizar, antes do início das atividades operacionais, Diálogo Diário de Segurança - DDS,
contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as
medidas de proteção, consignando o tema tratado em um documento, rubricado pelos
participantes e arquivado, juntamente com a lista de presença;
g) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle.
36.2.2 Cabe aos trabalhadores:
a) colaborar com o empregador e contratante na implementação das disposições contidas nesta
Norma;
b) interromper imediatamente o trabalho, informando ao superior hierárquico, em caso de qualquer
mudança nas condições ambientais que o torne potencialmente perigoso à integridade física e
psíquica dos trabalhadores.
36.3 Capacitação e Treinamento
36.3.1 É considerado trabalhador qualificado aquele que comprovar conclusão de curso específico
para sua atividade em instituição reconhecida pelo sistema oficial de ensino.
36.3.2 É considerado profissional legalmente habilitado o trabalhador previamente qualificado e
com registro no competente conselho de classe.
36.3.3 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido a
treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas, cujo conteúdo programático
deve incluir, além dos riscos presentes na atividade:
a) os equipamentos de proteção coletiva e individual para trabalho em altura: seleção, inspeção e
limitação de uso;
b) as condutas em situações de emergência, tais como suspensão inerte, princípios de incêndio,
salvamento e rota de fuga, dentre outras.
36.3.4 O empregador deve desenvolver e implantar programa de capacitação, compreendendo
treinamento admissional, periódico e sempre que ocorrer qualquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) acidente grave ou fatal.
36.3.5 O treinamento periódico deve ter carga horária mínima de quatro horas e ser realizado
anualmente ou quando do retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias.
36.3.6 A capacitação deve ser realizada durante o horário normal de trabalho.
36.3.6.1 Ao término da capacitação, deve ser emitido certificado contendo o nome do trabalhador,
conteúdo programático, carga horária, data e local de realização do treinamento e assinatura do
responsável.
36.3.6.2 O certificado deve ser entregue ao trabalhador e uma cópia deve ser arquivada na empresa.
36.3.6.3 A capacitação será consignada no registro do empregado.
36.4 Planejamento e Organização
36.4.1 Todo trabalho em altura será planejado, organizado e executado por trabalhador capacitado e
autorizado.
36.4.1.1 Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado e cujo
estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade.
36.4.1.2 Quanto à avaliação do estado de saúde dos trabalhadores capacitados e autorizados para
trabalho em altura, cabe a empresa:
a) garantir que a avaliação seja efetuada periodicamente, considerando os riscos envolvidos em
cada situação;
b) assegurar que os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do seu Programa
de Controle Médico da Saúde Ocupacional - PCMSO, devendo estar nele consignados.
36.4.1.3 A empresa deve estabelecer sistema de identificação que permita a qualquer tempo
conhecer a abrangência da autorização de cada trabalhador.
36.4.2 No planejamento do trabalho, devem ser adotadas as seguintes medidas:
a) medidas para evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução;
b) medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, na impossibilidade de execução do
trabalho de outra forma;
c) medidas que minimizem a distância e as consequências da queda, quando o risco de queda não
puder ser eliminado.
36.4.3 Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco, que deve considerar:
a) as condições metereológicas adversas;
b) o local em que os serviços serão executados;
c) a autorização dos envolvidos;
d) a seleção, forma de utilização e limitação de uso dos equipamentos de proteção coletiva e
individual, atendendo aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda;
e) o risco de queda de materiais;
f) as situações de emergência, especialmente as rotas de fuga ou meios de abandono devidamente
sinalizados.
36.4.4 As recomendações oriundas da análise de risco devem ser consignadas em Permissão de
Trabalho, contemplando:
a) a inspeção das proteções coletivas e dos equipamentos de proteção individual;
b) as medidas para prevenção de queda de ferramentas e materiais;
c) o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho;
d) a proibição do trabalho de forma isolada;
e) a relação de todos os envolvidos e suas autorizações;
f) o planejamento do resgate e primeiros socorros, de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte
do trabalhador;
g) o sistema de comunicação;
h) a disponibilidade dos equipamentos de combate a incêndio no local de trabalho.
36.4.4.1 A permissão de Trabalho deve:
a) a. ser emitida em três vias, a serem, respectivamente
I. afixada no local de trabalho;
II. entregue à chefia imediata;
III. arquivada e estruturada de forma a permitir a rastreabilidade;
b) conter os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos e, quando
aplicável, às disposições estabelecidas na APR;
c) ser assinada pelos integrantes da equipe de trabalho, chefia imediata e profissional de segurança
e saúde no trabalho ou, na inexistência desse, pelo responsável pelo cumprimento desta Norma;
d) ter validade limitada à duração da atividade, não podendo ser superior ao turno de trabalho.
36.4.5 Equipamentos de Proteção Individual
36.4.5.1 Os Equipamentos de Proteção Individual - EPI, acessórios e sistemas de ancoragem devem
ser selecionados considerando-se a carga aplicada aos mesmos e o respectivo fator de segurança,
quando da queda.
36.4.5.2 Antes do início dos trabalhos deve ser efetuada e registrada a inspeção de todos os EPI a
serem utilizados, recusando-se os que apresentem falhas ou deformações ou que tenham sofrido
impacto de queda, quando se tratar de cintos de segurança.
36.4.5.3 O cinto de segurança deve ser do tipo paraquedista, dotado de dispositivo trava-queda e
ligado a cabo de segurança independente da estrutura onde se encontra o trabalhador.
36.4.5.3.1 Na impossibilidade técnica de utilização de cabo de segurança, comprovada por Analise
de Risco, aprovada pelo trabalhador qualificado em segurança no trabalho, poderá ser utilizado
meio alternativo de proteção contra queda de altura.
36.4.5.4 Na impossibilidade de se utilizar os EPIs com fator de queda menor que 1 o talabarte
deverá possuir obrigatoriamente amortecedor/atenuador de queda .
36.4.5.4.1 O talabarte ou sistema amortecedor deve estar fixado acima do nível da cintura do
trabalhador, ajustado de modo a restringir a queda de altura e assegurar que, em caso de ocorrência,
o trabalhador não colida com estrutura inferior.
36.4.5.5 Quanto aos pontos de ancoragem, devem ser tomadas as seguintes providências:
a) inspecionar todos os pontos antes da sua utilização;
b) identificar os pontos definitivos e a carga máxima aplicável;
c) realizar o teste de carga em todos os pontos temporários antes da sua utilização.
36.4.5.5.1 O dimensionamento da carga máxima do ponto de ancoragem definitivo deve ser
realizado por profissional legalmente habilitado.
36.4.5.5.2 O procedimento de teste de carga dos pontos temporários deve ser elaborado por
profissional legalmente habilitado, que supervisionará a sua execução.
36.4.5.5.3 Devem ser mantidos no estabelecimento a memória de cálculo do projeto dos pontos de
ancoragem definitivos e os resultados dos testes de carga realizados nos pontos de ancoragem
temporários.
36.4.6 Emergência e Salvamento
36.4.6.1 A empresa deve elaborar e implementar procedimentos de emergência e resgate adequados
ao trabalho em altura contemplando, no mínimo:
a) descrição dos possíveis cenários de acidentes, obtidos a partir da Analise de Risco;
b) descrição das medidas de salvamento e de primeiros socorros a serem executadas em caso de
emergência;
c) seleção e técnicas de utilização dos equipamentos de comunicação, iluminação de emergência,
resgate, primeiros socorros e transporte de vítimas;
d) acionamento da equipe responsável pela execução das medidas de resgate e primeiros socorros;
e) exercício simulado periódico de salvamento e combate a incêndio, considerando possíveis
cenários de acidentes para trabalhos em altura, realizado, no mínimo, uma vez a cada ano.
36.4.6.2 As pessoas responsáveis pela execução das medidas de salvamento devem possuir aptidão
física e mental compatível com a atividade a desempenhar.
36.4.7 Metodologia de Trabalho
36.4.7.1 Na execução do trabalho em altura devem ser tomadas as seguintes providências:
a) isolamento e e sinalização de toda a área sob o serviço;
b) adoção de medidas para evitar a queda de ferramentas e materiais, inclusive no caso de
paralisação dos trabalhos;
c) desenergização, bloqueio e etiquetagem de toda instalação elétrica aérea nas proximidades do
serviço;
d) instalação de proteção ou barreiras que evitem contato acidental com instalações elétricas
aéreas, conforme procedimento da concessionária local, na inviabilidade técnica de sua
desenergização;
e) interrupção imediata do trabalho em altura em caso de iluminação insuficiente ou condições
metereológicas adversas, como chuva e ventos superiores a 40km/h, dentre outras.
36.4.8 Acesso por Corda
36.4.8.1 Na execução das atividades com acesso por cordas devem ser utilizados procedimentos
técnicos de escalada industrial, conforme estabelecido em norma técnica nacional ou, na sua ausência, em normas internacionais.
36.4.8.2 A empresa e a equipe de trabalhadores devem ser certificadas em conformidade com
norma técnica nacional ou, na sua ausência, com normas internacionais.
36.4.8.3 A equipe de trabalho deve ser capacitada para resgate em altura e composta por no mínimo
três pessoas, sendo um supervisor.
36.4.8.4 Para cada local de trabalho deve haver um plano de auto-resgate e resgate dos
profissionais.
36.4.8.5 Durante a execução da atividade, o trabalhador deve estar conectado a pelo menos dois
pontos de ancoragem.
36.4.8.6 Devem ser utilizados equipamentos e cordas que sejam certificados por normas nacionais
ou, na ausência dessas, por normas internacionais.
36.4.8.7 Os equipamentos utilizados para acesso por corda devem ser armazenados e mantidos
conforme recomendação do fabricante/fornecedor.
36.4.8.8 As informações do fabricante/fornecedor devem ser mantidas de modo a permitir a
rastreabilidade.
36.4.8.9 O trabalho de acesso por corda deve ser interrompido imediatamente em caso de
iluminação insuficiente e condições meteorológicas adversas, como chuva e ventos superiores a
quarenta quilômetros por hora, dentre outras.
36.4.8.10 A equipe de trabalho deve portar rádio comunicador ou equipamento de telefonia similar.
Devem ser incluídos ainda anexos, tais como:
Escadas, rampas e passarelas (NR18)
Plataformas Fixas (NR18)
Plataformas Elevatórias (NR18)
Andaimes (NR18)
36.1 Objetivo e Campo de Aplicação
36.1 Objetivo e Definição
36.1.1 Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos e as medidas de proteção
para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a
garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente com esta
atividade.
36.1.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada em níveis diferentes e na qual haja
risco de queda capaz de causar lesão ao trabalhador.
36.1.2.1 Adicionalmente, esta norma é aplicável a qualquer trabalho realizado acima de dois metros
de altura do piso, em que haja risco de queda do trabalhador.
36.2 Responsabilidades
36.2.1 Cabe ao empregador e contratante:
a) garantir a efetiva implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma;
b) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção
estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas;
c) garantir que qualquer trabalho só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas
nesta Norma;
d) assegurar a interrupção imediata de todo e qualquer trabalho em caso de mudança nas condições
ambientais que o torne potencialmente perigoso à integridade física e psíquica dos
trabalhadores;
e) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e a emissão da Permissão de Trabalho - PT;
f) realizar, antes do início das atividades operacionais, Diálogo Diário de Segurança - DDS,
contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as
medidas de proteção, consignando o tema tratado em um documento, rubricado pelos
participantes e arquivado, juntamente com a lista de presença;
g) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle.
36.2.2 Cabe aos trabalhadores:
a) colaborar com o empregador e contratante na implementação das disposições contidas nesta
Norma;
b) interromper imediatamente o trabalho, informando ao superior hierárquico, em caso de qualquer
mudança nas condições ambientais que o torne potencialmente perigoso à integridade física e
psíquica dos trabalhadores.
36.3 Capacitação e Treinamento
36.3.1 É considerado trabalhador qualificado aquele que comprovar conclusão de curso específico
para sua atividade em instituição reconhecida pelo sistema oficial de ensino.
36.3.2 É considerado profissional legalmente habilitado o trabalhador previamente qualificado e
com registro no competente conselho de classe.
36.3.3 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido a
treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas, cujo conteúdo programático
deve incluir, além dos riscos presentes na atividade:
a) os equipamentos de proteção coletiva e individual para trabalho em altura: seleção, inspeção e
limitação de uso;
b) as condutas em situações de emergência, tais como suspensão inerte, princípios de incêndio,
salvamento e rota de fuga, dentre outras.
36.3.4 O empregador deve desenvolver e implantar programa de capacitação, compreendendo
treinamento admissional, periódico e sempre que ocorrer qualquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) acidente grave ou fatal.
36.3.5 O treinamento periódico deve ter carga horária mínima de quatro horas e ser realizado
anualmente ou quando do retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias.
36.3.6 A capacitação deve ser realizada durante o horário normal de trabalho.
36.3.6.1 Ao término da capacitação, deve ser emitido certificado contendo o nome do trabalhador,
conteúdo programático, carga horária, data e local de realização do treinamento e assinatura do
responsável.
36.3.6.2 O certificado deve ser entregue ao trabalhador e uma cópia deve ser arquivada na empresa.
36.3.6.3 A capacitação será consignada no registro do empregado.
36.4 Planejamento e Organização
36.4.1 Todo trabalho em altura será planejado, organizado e executado por trabalhador capacitado e
autorizado.
36.4.1.1 Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado e cujo
estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade.
36.4.1.2 Quanto à avaliação do estado de saúde dos trabalhadores capacitados e autorizados para
trabalho em altura, cabe a empresa:
a) garantir que a avaliação seja efetuada periodicamente, considerando os riscos envolvidos em
cada situação;
b) assegurar que os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do seu Programa
de Controle Médico da Saúde Ocupacional - PCMSO, devendo estar nele consignados.
36.4.1.3 A empresa deve estabelecer sistema de identificação que permita a qualquer tempo
conhecer a abrangência da autorização de cada trabalhador.
36.4.2 No planejamento do trabalho, devem ser adotadas as seguintes medidas:
a) medidas para evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução;
b) medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, na impossibilidade de execução do
trabalho de outra forma;
c) medidas que minimizem a distância e as consequências da queda, quando o risco de queda não
puder ser eliminado.
36.4.3 Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco, que deve considerar:
a) as condições metereológicas adversas;
b) o local em que os serviços serão executados;
c) a autorização dos envolvidos;
d) a seleção, forma de utilização e limitação de uso dos equipamentos de proteção coletiva e
individual, atendendo aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda;
e) o risco de queda de materiais;
f) as situações de emergência, especialmente as rotas de fuga ou meios de abandono devidamente
sinalizados.
36.4.4 As recomendações oriundas da análise de risco devem ser consignadas em Permissão de
Trabalho, contemplando:
a) a inspeção das proteções coletivas e dos equipamentos de proteção individual;
b) as medidas para prevenção de queda de ferramentas e materiais;
c) o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho;
d) a proibição do trabalho de forma isolada;
e) a relação de todos os envolvidos e suas autorizações;
f) o planejamento do resgate e primeiros socorros, de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte
do trabalhador;
g) o sistema de comunicação;
h) a disponibilidade dos equipamentos de combate a incêndio no local de trabalho.
36.4.4.1 A permissão de Trabalho deve:
a) a. ser emitida em três vias, a serem, respectivamente
I. afixada no local de trabalho;
II. entregue à chefia imediata;
III. arquivada e estruturada de forma a permitir a rastreabilidade;
b) conter os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos e, quando
aplicável, às disposições estabelecidas na APR;
c) ser assinada pelos integrantes da equipe de trabalho, chefia imediata e profissional de segurança
e saúde no trabalho ou, na inexistência desse, pelo responsável pelo cumprimento desta Norma;
d) ter validade limitada à duração da atividade, não podendo ser superior ao turno de trabalho.
36.4.5 Equipamentos de Proteção Individual
36.4.5.1 Os Equipamentos de Proteção Individual - EPI, acessórios e sistemas de ancoragem devem
ser selecionados considerando-se a carga aplicada aos mesmos e o respectivo fator de segurança,
quando da queda.
36.4.5.2 Antes do início dos trabalhos deve ser efetuada e registrada a inspeção de todos os EPI a
serem utilizados, recusando-se os que apresentem falhas ou deformações ou que tenham sofrido
impacto de queda, quando se tratar de cintos de segurança.
36.4.5.3 O cinto de segurança deve ser do tipo paraquedista, dotado de dispositivo trava-queda e
ligado a cabo de segurança independente da estrutura onde se encontra o trabalhador.
36.4.5.3.1 Na impossibilidade técnica de utilização de cabo de segurança, comprovada por Analise
de Risco, aprovada pelo trabalhador qualificado em segurança no trabalho, poderá ser utilizado
meio alternativo de proteção contra queda de altura.
36.4.5.4 Na impossibilidade de se utilizar os EPIs com fator de queda menor que 1 o talabarte
deverá possuir obrigatoriamente amortecedor/atenuador de queda .
36.4.5.4.1 O talabarte ou sistema amortecedor deve estar fixado acima do nível da cintura do
trabalhador, ajustado de modo a restringir a queda de altura e assegurar que, em caso de ocorrência,
o trabalhador não colida com estrutura inferior.
36.4.5.5 Quanto aos pontos de ancoragem, devem ser tomadas as seguintes providências:
a) inspecionar todos os pontos antes da sua utilização;
b) identificar os pontos definitivos e a carga máxima aplicável;
c) realizar o teste de carga em todos os pontos temporários antes da sua utilização.
36.4.5.5.1 O dimensionamento da carga máxima do ponto de ancoragem definitivo deve ser
realizado por profissional legalmente habilitado.
36.4.5.5.2 O procedimento de teste de carga dos pontos temporários deve ser elaborado por
profissional legalmente habilitado, que supervisionará a sua execução.
36.4.5.5.3 Devem ser mantidos no estabelecimento a memória de cálculo do projeto dos pontos de
ancoragem definitivos e os resultados dos testes de carga realizados nos pontos de ancoragem
temporários.
36.4.6 Emergência e Salvamento
36.4.6.1 A empresa deve elaborar e implementar procedimentos de emergência e resgate adequados
ao trabalho em altura contemplando, no mínimo:
a) descrição dos possíveis cenários de acidentes, obtidos a partir da Analise de Risco;
b) descrição das medidas de salvamento e de primeiros socorros a serem executadas em caso de
emergência;
c) seleção e técnicas de utilização dos equipamentos de comunicação, iluminação de emergência,
resgate, primeiros socorros e transporte de vítimas;
d) acionamento da equipe responsável pela execução das medidas de resgate e primeiros socorros;
e) exercício simulado periódico de salvamento e combate a incêndio, considerando possíveis
cenários de acidentes para trabalhos em altura, realizado, no mínimo, uma vez a cada ano.
36.4.6.2 As pessoas responsáveis pela execução das medidas de salvamento devem possuir aptidão
física e mental compatível com a atividade a desempenhar.
36.4.7 Metodologia de Trabalho
36.4.7.1 Na execução do trabalho em altura devem ser tomadas as seguintes providências:
a) isolamento e e sinalização de toda a área sob o serviço;
b) adoção de medidas para evitar a queda de ferramentas e materiais, inclusive no caso de
paralisação dos trabalhos;
c) desenergização, bloqueio e etiquetagem de toda instalação elétrica aérea nas proximidades do
serviço;
d) instalação de proteção ou barreiras que evitem contato acidental com instalações elétricas
aéreas, conforme procedimento da concessionária local, na inviabilidade técnica de sua
desenergização;
e) interrupção imediata do trabalho em altura em caso de iluminação insuficiente ou condições
metereológicas adversas, como chuva e ventos superiores a 40km/h, dentre outras.
36.4.8 Acesso por Corda
36.4.8.1 Na execução das atividades com acesso por cordas devem ser utilizados procedimentos
técnicos de escalada industrial, conforme estabelecido em norma técnica nacional ou, na sua ausência, em normas internacionais.
36.4.8.2 A empresa e a equipe de trabalhadores devem ser certificadas em conformidade com
norma técnica nacional ou, na sua ausência, com normas internacionais.
36.4.8.3 A equipe de trabalho deve ser capacitada para resgate em altura e composta por no mínimo
três pessoas, sendo um supervisor.
36.4.8.4 Para cada local de trabalho deve haver um plano de auto-resgate e resgate dos
profissionais.
36.4.8.5 Durante a execução da atividade, o trabalhador deve estar conectado a pelo menos dois
pontos de ancoragem.
36.4.8.6 Devem ser utilizados equipamentos e cordas que sejam certificados por normas nacionais
ou, na ausência dessas, por normas internacionais.
36.4.8.7 Os equipamentos utilizados para acesso por corda devem ser armazenados e mantidos
conforme recomendação do fabricante/fornecedor.
36.4.8.8 As informações do fabricante/fornecedor devem ser mantidas de modo a permitir a
rastreabilidade.
36.4.8.9 O trabalho de acesso por corda deve ser interrompido imediatamente em caso de
iluminação insuficiente e condições meteorológicas adversas, como chuva e ventos superiores a
quarenta quilômetros por hora, dentre outras.
36.4.8.10 A equipe de trabalho deve portar rádio comunicador ou equipamento de telefonia similar.
Devem ser incluídos ainda anexos, tais como:
Escadas, rampas e passarelas (NR18)
Plataformas Fixas (NR18)
Plataformas Elevatórias (NR18)
Andaimes (NR18)
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Técnicos de Segurança X CREA
De um certo tempo para cá, venho observado, com certa preocupação a farra de exploração na qual o técnico de segurança está a mercê.
Para mim chega ao ponto do ridículo ouvir certas coisas e ter que acreditar que isso é verdade.
A mais nova moda agora é a exigência do CREA aos técnicos de Segurança. Claro que é só um número. O CREA é o Conselho Regional de Engenharia e Agricultura e eu pergunto:
O que o Técnico de Segurança tem a ver com isso? Para que é necessário o o técnico ter um número de um conselho na qual ele não tem representatividade nenhuma.A razão é simples: Para "tirar' o CREA é necessário pagar a uma taxa, submetendo assim o técnico a mais um gasto desnecessário e ILEGAL..
Inclusive o Sindicato dos Técnicos de Segurança do Estado de Santa Catarina entraram com ação no MT para exigir o fim dessa ilegalidade.
O que é necessário é a união imediata dos TST para a criação do Conselho Nacional de Segurança do Trabalho, ai sim teriamos um conselho que responderia aos interesses da classe, e não essa pouca vergonha de exigir o ilegal para quem mais luta pela implementações das normas e leis que preservam a vida.
Ou então comecemoos a nos cadastrar em todos os conselhos. CRM, CRF, CRO, CRQ. Tendo em vista que o TST é um profissional genérico, ou seja, execer a função em qualquer área.
Incluive mando até um recado ao Sindicato do TS do RN, que passivamente está vendo essa ilegalidade crescer aqui também!
Eis abaixo o texto completo do Sindicato do TS de SC.
No dia 17/06/2011, reuniram-se na Superintendência do Trabalho (Florianópolis), com o Sr Carlos
Arthur (Superintendente do Trabalho de SC), através de solicitação feita em parceria com a UGT-
União Geral dos Trabalhadores, os representantes do SINTESC e da FENATEST.
Neste encontro entregaram uma solicitação ao MTE para que sejam tomadas providencias quanto
aos abusos realizados pelo CREA/SC contra a atividade Profissional dos TST.
Esta era a reivindicação da Categoria nos últimos meses, uma vez que o CREA/SC, em atitude
anti-profissional com relação aos TST, vem realizando fiscalizações em empresas do Estado e se apresentando como “órgão fiscalizador”, o que não é correto, esta não é atribuição dos conselhos de classe, e sim dos órgãos oficiais do Governo, como no caso os Auditores fiscais do MTE.
Nesta reunião ficou claro a opinião do Superintendente (Sr Carlos Arthur), que ratificou que os
Auditores fiscais não têm orientação para “cobrar recolhimento de ART, ou ainda de exigir que
Técnicos de Segurança no Trabalho sejam filiados ao CREA”.
Este salientou que fará recomendação ao CREA/SC que pare imediatamente com estas ações, e que os Auditores fiscais serão reorientados em todo o estado de que tais práticas são ilegais e inconstitucionais, passíveis de punição.
Neste encontro o Sr Armando Henrique, Vice Presidente da FENATEST, salientou que em vários
outros Estados o CREA foi acionado judicialmente e perdeu em todas as instâncias, e que não será diferente em SC, caso esta prática ilegal continue.
O Sr João Carlos Figueira, Presidente do SINTESC e os Diretores protocolaram uma solicitação
na qual expõem os motivos e solicitam providências, bem como um dossiê junto ao MTE, no qual demonstra a prática ilegal do CREA/SC.
Agora devemos ficar atentos e denunciar estas práticas anti-profissionais ao Sindicato, caso
estas continuem a acontecer, diz o Vice Presidente do SINTESC Sergio Dal-Bó.
Para mim chega ao ponto do ridículo ouvir certas coisas e ter que acreditar que isso é verdade.
A mais nova moda agora é a exigência do CREA aos técnicos de Segurança. Claro que é só um número. O CREA é o Conselho Regional de Engenharia e Agricultura e eu pergunto:
O que o Técnico de Segurança tem a ver com isso? Para que é necessário o o técnico ter um número de um conselho na qual ele não tem representatividade nenhuma.A razão é simples: Para "tirar' o CREA é necessário pagar a uma taxa, submetendo assim o técnico a mais um gasto desnecessário e ILEGAL..
Inclusive o Sindicato dos Técnicos de Segurança do Estado de Santa Catarina entraram com ação no MT para exigir o fim dessa ilegalidade.
O que é necessário é a união imediata dos TST para a criação do Conselho Nacional de Segurança do Trabalho, ai sim teriamos um conselho que responderia aos interesses da classe, e não essa pouca vergonha de exigir o ilegal para quem mais luta pela implementações das normas e leis que preservam a vida.
Ou então comecemoos a nos cadastrar em todos os conselhos. CRM, CRF, CRO, CRQ. Tendo em vista que o TST é um profissional genérico, ou seja, execer a função em qualquer área.
Incluive mando até um recado ao Sindicato do TS do RN, que passivamente está vendo essa ilegalidade crescer aqui também!
Eis abaixo o texto completo do Sindicato do TS de SC.
No dia 17/06/2011, reuniram-se na Superintendência do Trabalho (Florianópolis), com o Sr Carlos
Arthur (Superintendente do Trabalho de SC), através de solicitação feita em parceria com a UGT-
União Geral dos Trabalhadores, os representantes do SINTESC e da FENATEST.
Neste encontro entregaram uma solicitação ao MTE para que sejam tomadas providencias quanto
aos abusos realizados pelo CREA/SC contra a atividade Profissional dos TST.
Esta era a reivindicação da Categoria nos últimos meses, uma vez que o CREA/SC, em atitude
anti-profissional com relação aos TST, vem realizando fiscalizações em empresas do Estado e se apresentando como “órgão fiscalizador”, o que não é correto, esta não é atribuição dos conselhos de classe, e sim dos órgãos oficiais do Governo, como no caso os Auditores fiscais do MTE.
Nesta reunião ficou claro a opinião do Superintendente (Sr Carlos Arthur), que ratificou que os
Auditores fiscais não têm orientação para “cobrar recolhimento de ART, ou ainda de exigir que
Técnicos de Segurança no Trabalho sejam filiados ao CREA”.
Este salientou que fará recomendação ao CREA/SC que pare imediatamente com estas ações, e que os Auditores fiscais serão reorientados em todo o estado de que tais práticas são ilegais e inconstitucionais, passíveis de punição.
Neste encontro o Sr Armando Henrique, Vice Presidente da FENATEST, salientou que em vários
outros Estados o CREA foi acionado judicialmente e perdeu em todas as instâncias, e que não será diferente em SC, caso esta prática ilegal continue.
O Sr João Carlos Figueira, Presidente do SINTESC e os Diretores protocolaram uma solicitação
na qual expõem os motivos e solicitam providências, bem como um dossiê junto ao MTE, no qual demonstra a prática ilegal do CREA/SC.
Agora devemos ficar atentos e denunciar estas práticas anti-profissionais ao Sindicato, caso
estas continuem a acontecer, diz o Vice Presidente do SINTESC Sergio Dal-Bó.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
BOMBEIROS E GOVERNO DO RIO
BOMBEIROS VERSUS GOVERNO, UMA LUTA DE ESTATÍSTICAS!
É evidente e lamentável a crise instalada na segurança pública do Rio de Janeiro, os bombeiros de um lado e o governo de outro.
É claro que como irmão de arma dos Bombeiros do Rio, sou extremamente a favor da luta deles, é inaceitável que um bombeiro ganhe MÍSEROS R$ 950,00 reais, para sustentar sua família. Como se já não bastasse ser militar, e detalhe, o Brasil é o único país do mundo que o Bombeiro é militarizado, ainda tem que se ouvir um Governador chamar seus Bombeiros de Bandidos. Fica entalado na garganta o despreparo e a incapacidade dos governantes de liderem com situações de crise. Não vou aqui ofender no mesmo peso o Governador do Rio, até porque não posso como militar que sou.
Mas quero deixar claro que independente de qualquer causa, sou contra a omissão de socorro, quebra das viaturas. Mas acho LEGÍTIMA A LUTA.
Mas irei ser mais incisivo, mais técnico, mais comparativo. Daí você tira sua conclusão!
As estatísticas revelam que os Bombeiros têm o maior índice de CONFIABILIDADE da sociedade, enquanto a nossa classe política chega ser deplorável seu índice.
Mas ai me fiz uma pergunta: O que eu preciso para ser bombeiro e o que eu preciso para ser político?
Para ser um político, preciso basicamente ser semi analfabeto, sem formação, sem entender de nada, não preciso de segundo grau. Basicamente preciso de uma aliança política fajuta que se desfaz logo após a eleição. Utilizar de métodos apresentação para se colocar as promessas que jamais serão cumpridas. Se for comediante, cantor, dono de TV ou Rádio, ajuda muito, porque posso apontar os erros das outras cidades. E é so isso mesmo. Ai com uma ajuda de custo + salário= R$ 80,000. Posso garantir a dignidade a minha família e dos meus companheiros, se utilizando de nepotismo cruzado.
Mas pra ser um Bombeiro, que eu preciso para ser?
Bem um bombeiro ele primeiro precisa ter 2º grau, passar num concurso público concorrido, ter boa saúde, boa forma física. Ser IDÔNEO, não ter passagem pela polícia, problemas com a justiça.
Ai sim, passar por um rígido treinamento para só depois servir a Sociedade.
Mas para servir, o que o bombeiro precisa saber? Vou descrever 10 áreas.
1- MEDICINA: Um bombeiro tem pouco tempo para diagnosticar doenças, crises, identificar através de sinais e sintomas, patologias, traumas, crises entre outras situações;
2- QUÍMICA: Para saber que certas substâncias reagem com outras, reações essas que podem agravar o sinistro;
3- PSICOLOGIA: Lidar com as pessoas que estão sobre situação de crise;
4- VETERINÁRIA: Um bombeiro tem que saber lidar com: abelha, cobra, jacaré, gato, cachorro entre outros animais;
5- OCEÂNICA: Bombeiro salva vidas tem que conhecer do mar e seus respectivos seres;
6- ENGENHARIA: Um bombeiro deve saber quando uma estrutura está colapsando, quando deve interditar um local;
7- INGLÊS: BLEVE, FLASH POINT. BOIL OVER, AFFT, FIREPOINT, ILCOR, NPFA, AHA, BOOT, SPRINKLER…..
8- FÍSICA: Bombeiro deve conhecer sistemas de alavanca, redução de força, sistema de multiplicação, eletricidade....
9- IMPROVISAÇÃO: O bombeiro brasileiro é mestre em improvisação, consegue realizar o trabalho sem ter o material correto; e claro,
10- ECONOMIA: Um camarada que consegue sustentar honestamente sua família com R$ 950,00 . Merece o Prêmio Nobel de Economia.
Ai Pergunto:
Quem está com a razão?
É evidente e lamentável a crise instalada na segurança pública do Rio de Janeiro, os bombeiros de um lado e o governo de outro.
É claro que como irmão de arma dos Bombeiros do Rio, sou extremamente a favor da luta deles, é inaceitável que um bombeiro ganhe MÍSEROS R$ 950,00 reais, para sustentar sua família. Como se já não bastasse ser militar, e detalhe, o Brasil é o único país do mundo que o Bombeiro é militarizado, ainda tem que se ouvir um Governador chamar seus Bombeiros de Bandidos. Fica entalado na garganta o despreparo e a incapacidade dos governantes de liderem com situações de crise. Não vou aqui ofender no mesmo peso o Governador do Rio, até porque não posso como militar que sou.
Mas quero deixar claro que independente de qualquer causa, sou contra a omissão de socorro, quebra das viaturas. Mas acho LEGÍTIMA A LUTA.
Mas irei ser mais incisivo, mais técnico, mais comparativo. Daí você tira sua conclusão!
As estatísticas revelam que os Bombeiros têm o maior índice de CONFIABILIDADE da sociedade, enquanto a nossa classe política chega ser deplorável seu índice.
Mas ai me fiz uma pergunta: O que eu preciso para ser bombeiro e o que eu preciso para ser político?
Para ser um político, preciso basicamente ser semi analfabeto, sem formação, sem entender de nada, não preciso de segundo grau. Basicamente preciso de uma aliança política fajuta que se desfaz logo após a eleição. Utilizar de métodos apresentação para se colocar as promessas que jamais serão cumpridas. Se for comediante, cantor, dono de TV ou Rádio, ajuda muito, porque posso apontar os erros das outras cidades. E é so isso mesmo. Ai com uma ajuda de custo + salário= R$ 80,000. Posso garantir a dignidade a minha família e dos meus companheiros, se utilizando de nepotismo cruzado.
Mas pra ser um Bombeiro, que eu preciso para ser?
Bem um bombeiro ele primeiro precisa ter 2º grau, passar num concurso público concorrido, ter boa saúde, boa forma física. Ser IDÔNEO, não ter passagem pela polícia, problemas com a justiça.
Ai sim, passar por um rígido treinamento para só depois servir a Sociedade.
Mas para servir, o que o bombeiro precisa saber? Vou descrever 10 áreas.
1- MEDICINA: Um bombeiro tem pouco tempo para diagnosticar doenças, crises, identificar através de sinais e sintomas, patologias, traumas, crises entre outras situações;
2- QUÍMICA: Para saber que certas substâncias reagem com outras, reações essas que podem agravar o sinistro;
3- PSICOLOGIA: Lidar com as pessoas que estão sobre situação de crise;
4- VETERINÁRIA: Um bombeiro tem que saber lidar com: abelha, cobra, jacaré, gato, cachorro entre outros animais;
5- OCEÂNICA: Bombeiro salva vidas tem que conhecer do mar e seus respectivos seres;
6- ENGENHARIA: Um bombeiro deve saber quando uma estrutura está colapsando, quando deve interditar um local;
7- INGLÊS: BLEVE, FLASH POINT. BOIL OVER, AFFT, FIREPOINT, ILCOR, NPFA, AHA, BOOT, SPRINKLER…..
8- FÍSICA: Bombeiro deve conhecer sistemas de alavanca, redução de força, sistema de multiplicação, eletricidade....
9- IMPROVISAÇÃO: O bombeiro brasileiro é mestre em improvisação, consegue realizar o trabalho sem ter o material correto; e claro,
10- ECONOMIA: Um camarada que consegue sustentar honestamente sua família com R$ 950,00 . Merece o Prêmio Nobel de Economia.
Ai Pergunto:
Quem está com a razão?
domingo, 10 de abril de 2011
Esclarecimentos sobre Extintores de Incêndio
A verdade sobre a VALIDADE E GARANTIA dos Extintores de Incêndio.
Bem, uma coisa que muito me incomoda é o despreparo de certos profissionais da área de Emergência que não sabem o que é e, para que é usado um extintor de incêndio.
A polêmica é boa. Chega a ser uníssono! Todo mundo acredita que a validade é mesmo de 1 ano, da mesma forma em que os garotos da caverna do dragão acreditam que voltarão para casa!!
Eis os pontos para o esclarecimento geral:
1- Extintor é: “Um aparelho de proteção contra incêndio que deve ser usado apenas em princípios de incêndios. NR – 23 da Lei 6514/77”
2- No Brasil são permitidos apenas os extintores: AP (Água Pressurizada), CO₂, Espuma Mecânica , PQS (pó Químico Seco) e o PQE (Pó Químico Especial) e o extintor ABC.
3- Diferença entre Garantia do Extintor e Validade do Extintor: Garantia é o tempo que a fábrica dá para o extintor quando sai novo de fábrica e validade é o tempo que a empresa que faz a manutenção do extintor dá após a recarga. Bem, a garantia é obrigatória de 5 anos para qualquer extintor recarregável novo e para todos os extintores descartáveis que é o caso do ABC. Já a validade é compreendida entre 1 a 5 anos, sendo a empresa que faz a manutenção dar a devida validade.
4- Qualquer empresa pode pedir uma validade maior para os seus extintores, mas a palavra final é da empresa que faz a manutenção.
5- Teste Hidroestático: É o teste que se faz com o extintor a cada 5 anos para a verificação da integralidade física. Como funciona: O extintor é submetido a um teste de pressão que está entre 1 ½ a 2 vezes a sua pressão de trabalho, caso seja detectada deformidade superior a 10% o cilindro é descartado.
6- Informações sobre as instalações:
Sua parte superior deve estar à uma altura de 1,60m;
O deve ser criado um isolamento é de 1m² no piso, com faixa vermelha, e também o caminho de acesso do extintor deve estar desobstruído.
O extintor só deve ser tirado da parede em 3 situações: 1- Combate ao princípio de Incêndio, 2- Manutenção do Extintor, e 3- Instrução.
7- As Empresas que fazem a recarga devem deixar extintores substituindo os extintores que estão em manutenção.
8- O extintor possui 3 etiquetas: A etiqueta que dá a data da próxima recarga, A etiqueta do INMETRO, que dá a data que foi feito o serviço e a Eitqueta que dá as especificações técnicas.
9- A NPFA ( National Prevention Fire Association), admite alguns outros extintores:
Extintor Water Mist: Extintor de Água destilada utilizada para incêndio de classe “A” com potencialidade de incêndio de classe “C”. (vide em breve em: Na primeira Cabine. Meu livro);
Extintor de Halon 1113, a mais nova versão dos extintores que atacam o fogo na reação em cadeia;
Extintor PQE, extintor sob encomenda que agem em fogo de materiais pirofóricos e metais que, se aquecidos, liberam gás inflamável; e
Extintor Classe K, esse é o mais conhecido pelos bombeiros, é um extintor que foi criado para combate ao incêndio de Classe K (K de Kitchen, cozinha), ou seja, óleos comestíveis, esses óleos atingem altas temperaturas e são difíceis de combater com os extintores normais.
Pra finalizar, é importante estar sempre atento as mudanças das recomendações. É sabido que as NR’s estão um pouco desatualizadas, mas as NBR’s sempre se atualizam e nos dão novas informações.
Bem, uma coisa que muito me incomoda é o despreparo de certos profissionais da área de Emergência que não sabem o que é e, para que é usado um extintor de incêndio.
A polêmica é boa. Chega a ser uníssono! Todo mundo acredita que a validade é mesmo de 1 ano, da mesma forma em que os garotos da caverna do dragão acreditam que voltarão para casa!!
Eis os pontos para o esclarecimento geral:
1- Extintor é: “Um aparelho de proteção contra incêndio que deve ser usado apenas em princípios de incêndios. NR – 23 da Lei 6514/77”
2- No Brasil são permitidos apenas os extintores: AP (Água Pressurizada), CO₂, Espuma Mecânica , PQS (pó Químico Seco) e o PQE (Pó Químico Especial) e o extintor ABC.
3- Diferença entre Garantia do Extintor e Validade do Extintor: Garantia é o tempo que a fábrica dá para o extintor quando sai novo de fábrica e validade é o tempo que a empresa que faz a manutenção do extintor dá após a recarga. Bem, a garantia é obrigatória de 5 anos para qualquer extintor recarregável novo e para todos os extintores descartáveis que é o caso do ABC. Já a validade é compreendida entre 1 a 5 anos, sendo a empresa que faz a manutenção dar a devida validade.
4- Qualquer empresa pode pedir uma validade maior para os seus extintores, mas a palavra final é da empresa que faz a manutenção.
5- Teste Hidroestático: É o teste que se faz com o extintor a cada 5 anos para a verificação da integralidade física. Como funciona: O extintor é submetido a um teste de pressão que está entre 1 ½ a 2 vezes a sua pressão de trabalho, caso seja detectada deformidade superior a 10% o cilindro é descartado.
6- Informações sobre as instalações:
Sua parte superior deve estar à uma altura de 1,60m;
O deve ser criado um isolamento é de 1m² no piso, com faixa vermelha, e também o caminho de acesso do extintor deve estar desobstruído.
O extintor só deve ser tirado da parede em 3 situações: 1- Combate ao princípio de Incêndio, 2- Manutenção do Extintor, e 3- Instrução.
7- As Empresas que fazem a recarga devem deixar extintores substituindo os extintores que estão em manutenção.
8- O extintor possui 3 etiquetas: A etiqueta que dá a data da próxima recarga, A etiqueta do INMETRO, que dá a data que foi feito o serviço e a Eitqueta que dá as especificações técnicas.
9- A NPFA ( National Prevention Fire Association), admite alguns outros extintores:
Extintor Water Mist: Extintor de Água destilada utilizada para incêndio de classe “A” com potencialidade de incêndio de classe “C”. (vide em breve em: Na primeira Cabine. Meu livro);
Extintor de Halon 1113, a mais nova versão dos extintores que atacam o fogo na reação em cadeia;
Extintor PQE, extintor sob encomenda que agem em fogo de materiais pirofóricos e metais que, se aquecidos, liberam gás inflamável; e
Extintor Classe K, esse é o mais conhecido pelos bombeiros, é um extintor que foi criado para combate ao incêndio de Classe K (K de Kitchen, cozinha), ou seja, óleos comestíveis, esses óleos atingem altas temperaturas e são difíceis de combater com os extintores normais.
Pra finalizar, é importante estar sempre atento as mudanças das recomendações. É sabido que as NR’s estão um pouco desatualizadas, mas as NBR’s sempre se atualizam e nos dão novas informações.
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